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"Pois do Senhor é o reino, é Ele quem governa as nações." - Salmo 22:28

Histórico da Igreja do Afonso Pena

Foi no dia 15 de Maio do ano de 1989, quando tudo começou. Um grupo de irmãos presbiterianos e suas famílias, advindos parte do Rio de Janeiro, cidade de Nilópolis e parte da cidade portuária de Paranaguá - Paraná, foram conduzidos pelo Espírito de Deus, e atravessaram à Macedônia. Esses irmãos, tendo se encontrados na cidade de São José dos Pinhais, no bairro de Afonso Pena, reuniram-se em torno da liderança pastoral do ilustre ministro conhecido e parente destes, o Rev. Manoel Carlo Ramos, sua esposa Regina de Oliveira Ramos, seus filhos Eduardo de Oliveira Ramos e Mila Charlene de Oliveira Ramos. Foi sob a grei do ministro, em sua residência, situada em Teus Passos, que 22 (Vinte e Duas) pessoas passaram a se reunir regularmente com o propósito de organização em igreja.

Em 1992, a existência do trabalho incipiente, chegou ao conhecimento do Ilustre Rev. Agenor de Carvalho Dias, o então Secretário Executivo do Presbitério de Curitiba/PR, que de imediato, visitou o Pastor Manoel, em sua residência, onde se reunião os irmãos. Foi a partir desse primeiro encontro, que o Secretário Executivo, tomou todas as medidas cabíveis para o devido e carinhoso acolhimento do trabalho, estendendo de pronto as mãos e viabilizando com celeridade a transformação de Congregação à Igreja.

Em 1993, os irmãos adquiriram dois lotes contíguos, vizinhos a residência do Pastor líder, e os mesmos, com suas posses, construiram o templo, sob a liderança do Presbítero Miguel Ferreira, Diácono Elizeu Camarda Ferreira e sua esposa Sueli dos Santos Ferreira. Construído o templo, o trabalho ganhou apoio financeiro para a sustentação do obreiro, através da Missão Holandesa, em parceria com o Presbitério de Curitiba, resgatando em parte a história do Brasil Holandês (1630-1654). Em 05 de Novembro de 1995, deu-se a organização da Igreja Presbiteriana do Afonso Pena, à Rua Alberto Koerbel, 3.559 - Afonso Pena- São José dos Pinhais/PR, como consta a Ata da Primeira Sessão da Comissão Organizadora da Igreja, com a presença dos seguintes organizadores: Rev. Lúcio Paiva Flores – Relator, Rev. Olímpio Paula da Silva, Rev. Agemir de Carvalho Dias – Secretário da Comissão,  e os Presbíteros Davi José Arantes e Valdenir Raimundo. A Comissão arrolou no rol de membros os pioneiros da novel Igreja : Rev. Manoel Carlos Ramos, Pastor da Igreja, Alcemir Lemos Eziquiziel, Pb. Carlos da Rocha Calixto, Ester Camarda Calixto, Paulo Cesar C. Calixto, Elizabete C. Ferreira, Rute Léa Calixto, Pb. Miguel Ferreira Neto , Lúcia Maria Oliveira, Ângela Camarda  Monteiro, Edmar Ribeiro Lemos, Dorival de Almeida Bueno, Ofélia Rosa de Oliveira, Lauro de Almeida Bueno, Zilda de Almeida Bueno, Vani de Almeida Bueno, Neusa Almeida Bueno, Edson Cesar Monteiro,  Maria Máxima Marinho Lemos, Samuel Spinelli, Lindomar Camarda Ferreira, Elizimara dos Santos Ferreira,  Ademir de Castro Marques,  Cláudia Ramos Oliveira, Antônio Volnei de S. Oliveira, Hircéia Ramos da Silva, Aline Ramos Meira, Helena Ferreira Ramos, Jorge Luis Oliveira, Ednéya Francisca Martques, Elisângela Ferreira, Dirce de Oliveira, Maria Caetano da Cruz, Clarice Santos Pedroso,  Jocilei Maffini – os menores, Ademir de Castro Marques Junior, Aquila Henrique de Castro Marques, Jéssica Alves Lemos, Cleber Leal de Olivdeira,  Thiago Leal de Oliveira, Carlos Eduardo de Oliveira Ramos, Mila Charlene de Oliiveira Ramos, Samuel Fioravante Spinilli – Foram eleitos os Presbíteros: Carlos da Rocha Calixto, Edmar Ribeiro Lemos e Samuel Spinelli – os diáconos: Elizeu Camarda Ferreira, Ademir de Castro Marques e Paulo Cesar Camarda Calixto. Os pastores que fazem parte dessa história: Seu fundador, Rev. Manoel Carlos Ramos, Rev. Jales Ponteciano Marinho, Rev. Olímpio de Paula, Rev. Marcos Alves da Silva, Rev. Geremias Gomes da Silva, Rev. Silas José e Atualmente, desde 2007, Rev. Mario Ramos.

Ao longo de seus 15 anos de profícua existência, a igreja vem cumprindo com a sua vocação, como expressão do Reino de Deus, levando o Evangelho a muitos corações, sem se descuidar, da edificação de seus membros, do papel relevante na orientação familiar, de sua firmeza doutrinária, de sua postura presbiteriana de governo de ordem e jurisdição. O ministério profícuo da Igreja, já produziu nas entranhas da afetividade e fertilidade vocacional, dois ilustre ministros a saber: O Rev. Geremias Gomes da Silva e o Rev. Alcemir Lemos Eziquiel, que estão frutificando nas lides do ministério da Palavra. Em 2007 e 2008, a gestão administrativa, levou a Comunidade a abraçar um tremendo desafio, o que estava além de suas forças financeiras, quando pode levantar um Prédio de Educação Religiosa, com 05 (Cinco) salas clássicas e mais um Gabinete Pastoral, viabilizando o ministério holístico da igreja qual seja: a evangelização, a educação e a ação social. Em 2009, o desafio foi à aquisição do veículo Kombi, para a igreja ministrar a si mesma, transportando o membros longínquos e o trabalho de Evangelização do bairro do Jardim Independência, com cerca de 30 pessoas nos domingos presentes à Escola Dominical. Em 2011, Será reestruturado o ministério pastoral da Igreja, a revitalização da Escola Dominical e o lançamento da Reforma e Ampliação do templo.

A História Viva da Igreja Presbiteriana do Afonso Pena, é mais um desses testemunhos, de preciosas vidas, dignas da operação da graça e resultado direto do amor transformador de Cristo. Somente o Deus Espírito Santo, o Benfeitor e direcionador da história do Reino de Deus, pode reescrever em nossos dias, tais prodígios. A Igreja Presbiteriana do Afonso Pena, que tem como o seu cabeça Jesus Cristo, tem sido peremptoriamente, uma grande bênção de Deus na vida de Pastores, Presbíteros, Diáconos, dos membros e todos aqueles que dela fizeram parte e os que militam na obra. A Igreja Presbiteriana do Afonso Pena, certamente, é um grande orgulho para a nossa amada, idônea e conceituada Denominação Presbiteriana do Brasil. Dessa forma, a nossa Igreja é vista, aceita e admirada, no bairro e na cidade onde está inserida. Esta é mais uma história de organização da igreja Presbiteriana do Brasil, linda, maravilhosa  e divina. A Ele, para Ele e por meio dEle, toda a glória!

 

Promovidos à glória eterna -  heróis da fé da igreja Invisível:

Rev. Agenor de Carvalho Dias;

Presb. Miguel Ferreira Neto;

Dorival de Almeida Bueno;

Ofélia Rosa de Oliveira;

Wilma Lúcio Barbosa Souza.

OBS.: A leitura do Histórico é feita solenemente por ocasião da celebração do aniversário.

 

Do Conselho da Igreja

 

Sobre a Igreja Presbiteriana do Brasil

A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma federação de igrejas que têm em comum uma história, uma forma de governo, uma teologia, bem como um padrão de culto e de vida comunitária. Historicamente, a IPB pertence à família das igrejas reformadas ao redor do mundo, tendo surgido no Brasil em 1859, como fruto do trabalho missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos.

Suas origens mais remotas encontram-se nas reformas protestantes suíça e escocesa, no século 16, lideradas por personagens como Ulrico Zuínglio, João Calvino e João Knox. O nome “igreja presbiteriana” vem da maneira como a igreja é administrada, ou seja, através de “presbíteros” eleitos democraticamente pelas comunidades locais. Essas comunidades são governadas por um “conselho” de presbíteros e estes oficiais também integram os concílios superiores da igreja, que são os presbitérios, os sínodos e o Supremo Concílio. Os presbíteros são de dois tipos: regentes (que governam) e docentes (que ensinam); estes últimos são os pastores. Atualmente, a Igreja Presbiteriana do Brasil tem aproximadamente 3.840 igrejas locais, 228 presbitérios, 55 sínodos, 2.660 pastores, 370.500 membros comungantes e 133.000 membros não-comungantes (menores), estando presente em todos os estados da federação.

Quanto à sua teologia, as igrejas presbiterianas são herdeiras do pensamento do reformador João Calvino (1509-1564) e das notáveis formulações confessionais (confissões de fé e catecismos) elaboradas pelos reformados nos séculos 16 e 17. Dentre estas se destacam os documentos elaborados pela Assembléia de Westminster, reunida em Londres na década de 1640. A Confissão de Fé de Westminster, bem como os seus Catecismos Maior e Breve, são adotados oficialmente pela IPB como os seus símbolos de fé ou padrões doutrinários. Outras igrejas presbiterianas adotam documentos adicionais, como a Confissão Belga e o Catecismo de Heidelberg. O conjunto de convicções presbiterianas, conforme expostas no pensamento de Calvino, de outros teólogos e dos citados documentos confessionais, é denominado teologia calvinista ou teologia reformada. Entre as suas ênfases estão a soberania de Deus, a eleição divina, a centralidade da Palavra e dos sacramentos, o conceito do pacto, a validade permanente da lei moral e a associação entre a piedade e o cultivo intelectual.

No seu culto, as igrejas presbiterianas procuram obedecer ao chamado princípio regulador. Isso significa que o culto deve ater-se às normas contidas na Escritura, não sendo aceitas as práticas proibidas ou não sancionadas explicitamente pela mesma. O culto presbiteriano caracteriza-se por sua ênfase teocêntrica (a centralidade do Deus triúno), simplicidade, reverência, hinódia com conteúdo bíblico e pregação expositiva. Na prática, nem todas as igrejas locais da IPB seguem criteriosamente essas normas, embora as mesmas tenham caracterizado historicamente o culto reformado. Os problemas causados pelo afastamento desses padrões têm levado muitas igrejas a reconsiderarem as suas práticas litúrgicas e resgatarem a sua herança nessa área fundamental. Quando se diz que o culto reformado é solene e respeitoso, não se implica com isso que deva ser rígido e sem vida. O verdadeiro culto a Deus é também fervoroso e alegre.

Finalmente, a vida das igrejas presbiterianas brasileiras não se restringe ao culto, por importante que seja. Essas igrejas também valorizam a educação cristã dos seus adeptos através da Escola Dominical e outros meios; congregam os seus membros em diferentes agremiações internas para comunhão e trabalho; têm a consciência de possuir uma missão dada por Deus, a ser cumprida através da evangelização e do testemunho cristão. Muitas igrejas locais se dedicam a outras atividades em favor da comunidade mais ampla, como a manutenção de escolas, creches, orfanatos, ambulatórios e outras iniciativas de promoção humana. Cada igreja possui um grupo de oficiais, os diáconos, cuja função primordial é o exercício da misericórdia cristã. O presbiterianismo tem uma visão abrangente da vida, entendendo que o evangelho de Cristo tem implicações para todas as áreas da sociedade e da cultura.


DE ONDE VIEMOS?

O presbiterianismo ou movimento reformado nasceu da Reforma Protestante do século 16. Tendo o protestantismo começado na Alemanha, sob a liderança de Martinho Lutero, pouco depois surgiu uma segunda manifestação do mesmo no Cantão de Zurique, na Suíça, sob a direção de outro ex-sacerdote, Ulrico Zuínglio (1484-1531). Para distinguir-se da reforma alemã, esse novo movimento ficou conhecido como a Segunda Reforma ou Reforma Suíça. O entendimento de que a reforma suíça foi mais profunda em sua ruptura com a igreja medieval e em seu retorno às Escrituras fez com que recebesse o nome de movimento reformado e seus simpatizantes ficassem conhecidos simplesmente como “reformados”.

Ao morrer, em 1531, Zuínglio teve um hábil sucessor na pessoa de João Henrique Bullinger (1504-1575). Todavia, poucos anos depois surgiu um líder que se destacou de todos os outros por sua inteligência, dotes literários, capacidade de organização e profundidade teológica. Esse líder foi o francês João Calvino (1509-1564), que concentrou os seus esforços na cidade suíça de Genebra, onde residiu durante 25 anos. Através da sua obra magna, a Instituição da Religião Cristã ou Institutas, comentários bíblicos, tratados e outros escritos, Calvino traçou os contornos básicos do presbiterianismo, tanto em termos teológicos quanto organizacionais, à luz das Escrituras Sagradas.

Graças aos seus escritos, viagens, correspondência e liderança eficaz, Calvino exerceu enorme influência em toda a Europa e contribuiu para a difusão do movimento reformado em muitas de suas regiões. Dentro de poucos anos, a fé reformada fincou sólidas raízes no sul da Alemanha (Estrasburgo, Heidelberg), na França, nos Países Baixos (as futuras Holanda e Bélgica) e no leste europeu, onde surgiram comunidades reformadas em países como a Polônia, a Lituânia, a Checoslováquia e especialmente a Hungria. Em algumas dessas nações, a reação violenta da Contra-Reforma limitou ou sufocou o novo movimento, como foram, respectivamente, os casos da França e da Polônia. As igrejas calvinistas nacionais da Europa continental ficaram conhecidas como igrejas reformadas (por exemplo, Igreja Reformada da França).

Outra região da Europa em que a fé reformada teve ampla aceitação foram as Ilhas Britânicas, particularmente a Escócia, cujo parlamento adotou o presbiterianismo como religião oficial em 1560. Para tanto foi decisiva a atuação do reformador João Knox (1514-1572), que foi discípulo de Calvino em Genebra. Foi nessa região que surgiu a designação “igreja presbiteriana”. Na Inglaterra e na Escócia dos séculos 16 e 17, o presbiterianismo representou uma posição ao mesmo tempo teológica e política. Com esse termo, as igrejas reformadas declaravam que não queriam uma igreja governada por bispos nomeados pelos reis (episcopalismo), e sim por presbíteros eleitos pelas comunidades. Foi na Inglaterra que, em meio a uma guerra civil, o parlamento convocou a Assembléia de Westminster (1643-1649), que elaborou os documentos confessionais mais amplamente aceitos pelos presbiterianos ao redor do mundo.

Nos séculos 17 e 18, milhares de calvinistas emigraram para as colônias inglesas da América do Norte. Muitos deles abraçavam a teologia de Calvino, mas não a forma de governo eclesiástico presbiterial proposta por ele. Foi esse o caso dos puritanos ingleses que se estabeleceram na Nova Inglaterra. Ao mesmo tempo, as colônias norte-americanas também receberam muitas famílias presbiterianas emigradas da Escócia e do norte da Irlanda. Foram essas pessoas que eventualmente criaram a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, cujo primeiro concílio, o Presbitério de Filadélfia, foi organizado em 1706 sob a liderança do Rev. Francis Makemie, considerado o “pai do presbiterianismo norte-americano”. O primeiro Sínodo foi organizado em 1717 e a Assembléia Geral em 1789. Em 1859, a Junta de Missões Estrangeiras da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos enviou ao Rio de Janeiro o Rev. Ashbel Green Simonton, fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil.

A Igreja Presbiteriana do Brasil é a mais antiga denominação reformada do país, tendo sido fundada pelo missionário Ashbel Green Simonton (1833-1867), que aqui chegou em 1859. Mais tarde, ao longo do século 20, surgiram outras igrejas congêneres que também se consideram herdeiras da tradição calvinista.



IGREJA PRESBITERIANA DO AFONSO PENA
Pastores da Igreja: Rev. Mário Ramos, Pr. Ary Fernandes
Rua Alberto Koerbel nº 3.559 – São José dos Pinhais – PR, CEP: 83065-300
Tel.: (41) 3282-1402, email: ipbafonsopenasjp@gmail.com.br